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Por ano, são produzidos 50 milhões de toneladas
de lixo eletroeletrônico. Um problema que se agrava
com aumento do consumo desses equipamentos.
Segundo dados da Basel Action Network (BAN), organização
que fiscaliza o fluxo de lixo tóxico, oito em cada
dez computadores velhos dos Estados Unidos são
exportados a baixo custo para países asiáticos
As poucas iniciativas existentes não são
divulgadas de forma adequada.
O CDI Campinas Recebe computadores doados para programas
de inclusão digital. As máquinas devem ter
processador Pentium II ou superior, HD de no mínimo
2 GB e memória RAM de no mínimo 64 MB. Caixas
de som, hubs, impressoras, kits multimídia, modems,
mouses, no-break, scanners e teclados são recebidos
somente em bom estado.
O reuso é uma boa opção, porque não
há gasto de energia para “refabricar“
os equipamentos. Na separação, o lixo eletrônico
tem que ser desmontado em primeira etapa, antes de ser
jogado fora. Em seguida, tem que haver uma separação
dos equipamentos sem risco de contaminação,
através de uma desmontagem manual que necessita
da mão-de-obra humana.
Hoje, somente entre 10% e 15% de todo o lixo eletrônico
produzido no mundo são destinados à reciclagem,
o que inclui o reaproveitamento de peças e componentes
eletrônicos. Não há como caminhar
no sentido inverso da sustentabilidade. Para evitar a
escassez dos recursos e atender às necessidades
das próximas gerações, são
necessárias políticas de inclusão
digital, Educação Ambiental e uma mobilização
da sociedade para o bem-estar de todos.
Para doações e outras informações
nos escreva:
helena@cdicampinas.org.br,
celso@cdicampinas.org.br
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